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| Conheça o nosso grupo: |
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Desde 1999, Carlos Fajardo se
reúne no Sílvia Matos Ateliê de Criatividade com artistas de
Campinas, para discutir as várias questões da arte
contemporânea. Como resultado destas reuniões, formou-se um
grupo, realizando sua primeira exposição em 2000, chamada
Gradeação, no Ateliê. A partir de 2002, o grupo passou a se
chamar Antropoantro e continua trabalhando em vários
projetos. |
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Saiba mais
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CIRCULAÇÕES
Uma escultura que não deu certo.
Este trabalho surgiu como um site specific, apresentado na
exposição ENTRE (dezembro de 2004), no Sílvia Matos Ateliê de
Criatividade. Era, então, um torso "humano" feito de plástico
transparente que surgia de um buraco no chão.
Atualmente, são figuras, de dimensão humana, construídas em
arame e plástico transparente (plástico cristal) e fio de nylon.
Enquanto objetos de arte são, de certa forma,"esculturas".
Utilizamos técnicas de escultura para construí-las. Assumem
diferentes poses quando sentadas, deitadas, dependuradas e/ou
carregadas.
Inseridas onde há gente, onde passa gente, onde gente fica por
algum tempo (maior/menor), as "criaturas" de plástico
transparente - que a princípio deixa ver através - dada a
feitura da obra, perdem a natureza invisível ao mesmo tempo em
que ganham uma nova natureza: a de refletir o contexto, o
entorno. Sendo inanimadas, de certa maneira ganham vida. Sendo
incolores, refletem cores. Sendo imóveis, captam movimentos.
Sendo mudas, provocam fala.
Buscamos, com o trabalho, construir situações que provoquem
indagações (mesmo que não verbalizadas) do público. Não se trata
de produzir um espetáculo que prevê um público passivo,
simplesmente expectador. Com nossas "criaturas", queremos
quebrar a rotina de espaços urbanos, provocar paixões, lutar
contra a indiferença. Intervindo num espaço, transformá-lo em
lugar de interação com a Arte. Nossas "criaturas" buscam "vivenciadores".
Provocando, criando o inusitado ("seres" de plástico em poses de
gente de carne e osso) criam uma situação nova, convidam
comentários, risos, espanto, reação, vivência, estranhamento,
raramente a indiferença.
Anotar o que o público diz. Fotografar/gravar em vídeo sua
reação. Registrar as saídas. O que temos obtido daria, talvez,
um estudo sociológico: como pessoas de classes sociais e
culturais diferentes reagem às nossas "criaturas". É Arte? Não é
Arte? Ser ou não ser, eis a questão...
AUTORAS: Beth Schneider, Inês Fernandez, Lalau Mayrink,
Sílvia Matos e Vane Barini
ANO DE PRODUÇÃO: 2005
PROPOSTA: Questionar o circuito e instituições de arte
assim como os espaços urbanos, através de ações públicas
MATERIAL: Arame, plástico cristal transparente e fio de
nylon
DIMENSÃO: Figura em escala human
Clique aqui para assistir ao vídeo
2ª BIENAL B - PORTO ALEGRE - ABERTURA;
15/09/2009
Veja o vídeo no link:www.youtube.com/watch?v=kh1odf-g2oA#watch.main.area
Clique aqui (1,
2,
3,
4, 5,
6) para ver mais fotos,
diferentes daquelas desta página.
Circulação I
Terminal Rodoviário de Barão Geraldo ao
Terminal Central de Campinas.
14 de junho de 2005. Campinas/SP
  
Circulação II
30º Salão de Arte de Ribeirão Preto
Nacional e Contemporâneo e Simpósio SARP.
26 de agosto de 2005. Ribeirão Preto/SP
  
Circulação III
Universidade de Portas Abertas (UPA) na Unicamp (Universidade
Estadual de Campinas)
2 de setembro de 2005. Campinas/SP
  
Circulação IV
37º Salão de Arte Contemporânea de
Piracicaba (abertura).
22 de outubro de 2005. Piracicaba/SP
  
Circulação
V
Jardim da Luz e Pinacoteca - EIA
(Experiência Imersiva Ambiental)
Instituto Tomie Othake
17 de novembro de 2005. São Paulo/SP



Circulação
VI
Centro de Convivência Cultural de Campinas
Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC - durante reforma)
15 de fevereiro de 2006. Campinas/SP
 

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